A obsessão por metas financeiras pode produzir resultados imediatos, mas esgota equipas, fragiliza culturas e torna as empresas vulneráveis a crises reputacionais. Quando não há um propósito partilhado, cada colaborador opera como uma célula isolada. O todo perde coesão. A cultura degrada-se silenciosamente. E, com o tempo, o negócio perde aquilo que o tornava único.